Curtas histórias começam às margens das noites de carnaval.
E a cidade busca tantos reencontros do que se tentou perder.
Pierrôs e colombinas deixam cair suas máscaras, suas fantasias.
Atravessam o salão e se confundem aos mais de mil palhaços.
Essas noites acontecem à revelia da euforia de outras legiões.
Sem máscaras a multidão caminha sem provar suas mentiras.
As ruas, enfim, vão ficando prontas para outro sol nascer.
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