sábado, 26 de junho de 2010

Minha história nos km/h.

Certa vez alguém disse que o que somos nunca muda.
Mas, quem nós somos vive em eterna mudança.



Quando os ventos sopram ao sabor dos sonhos...
Basta um novo olhar para o mundo que o mundo muda.

A liberdade faz de qualquer vereda um atalho para a vida.
E a mudança se torna no melhor propósito para continuar.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Um dia por vez...

Uma bebida, dois corpos, dois copos, uma saída.
Dizem que o tempo não para... Que o tempo não volta.
Dizem tantas coisas...


Há sempre uma curva nas esquinas de qualquer cidade...
Que nos permite relevar caminhos ou voltar para casa.

O relógio volta para última hora e tudo parece parar.
Fica preso no tempo, amarelando feito uma fotografia.
Fica solto nas lembranças, buscando mais uma saída.

Há quem peça um minuto, mas cinco minutos já se foi...
E já se foi tanta coisa que ninguém arrisca dizer.

sábado, 12 de junho de 2010

O mal nasce do medo da escuridão.

Vício, virtude ou amor. Chame do jeito que quiser.
Medo, coragem ou o que for... Faça disso o que quiser.


Há sempre riscos no asfalto cortando suas histórias.
Por uma noite, por pouco tempo ou por quase nada.

É como quando o sol nasce pra todos todo dia de manhã.
Tanto quanto é o mal nascer do medo da escuridão.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Dias de luta...

Recomeça outra semana. Sempre às seis da manhã.
Sigo os mapas de ontem para ver as pegadas que deixei.



Nove da manhã, nada de novo. Onze, onde parte o trem.
Meio dia, meia hora depois. Mais do que isso, eu não sei.

Cinco da tarde, premissas divididas, promessas repetidas.
Minutos depois, o céu muda de cor e o sol se vai.

Sete da noite, de volta aos mesmos trilhos.
E as nove e vinte e nove retorno para onde comecei.