domingo, 24 de abril de 2011

alívio...

Dois corpos em movimento e o universo em expansão.
A imperfeição das horas atrasa o relógio de areia.


E tão demente quanto um raio, a noite cai por terra.
De alturas impossíveis, de repente, diante de nós.

Que a chuva caia como uma luva... Um dilúvio, um delírio.
Que a chuva traga alívio... Imediato.

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